terça-feira, 26 de abril de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
Mundo da Moda
Gente,boa tarde,quero compartilhar com você hoje,coisas de moda,maquiagens,meninos(adoro!!!!) e etc...
http://www.eucapricho.com/
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sábado, 9 de abril de 2011
Beijo De Uma Rosa
Costumava existir uma torre acinzentada sozinha no mar.
Você se tornou a luz no meu lado obscuro.
O amor continua sendo a droga que dá uma onda, sem uso de pílulas.
Mas você sabia,
que quando neva,
meus olhos se tornam maiores e
a luz que você emite pode ser vista?
Baby,
eu comparo você ao beijo de uma rosa no cinzento.
Ooh,
Quanto mais eu recebo de você,
mais estranha é a sensação, yeah.
E agora que a sua rosa está desabrochando
Uma luz atinge a escuridão do cinzento.
Existe tanta coisa que um homem pode contar a você,
tanto que ele pode dizer.
Você permanece,
meu poder, meu prazer, minha dor, Baby
para mim você é como um vício crescente que eu não posso negar.
Me diz, isso é saudável, baby?
Mas você sabia,
que quando neva
meus olhos se tornam maiores, e a luz que você emite pode ser vista?
Baby,
eu comparo você ao beijo de uma rosa no cinzento
Ooh, quanto mais eu tenho você
mais estranho parece, yeah
E agora que a sua rosa está desabrochando
Uma luz atinge a escuridão do cinzento.
Eu fui beijado por uma rosa no cinzento,
Eu fui beijado por uma rosa (na sepultura)
Eu fui beijado por uma rosa no cinzento,
... E se eu cair, tudo isso irá embora?
Eu fui beijado por uma rosa
... Beijado por uma rosa na sepultura.
Existe tanta coisa que um homem pode contar a você,
tanto que ele pode dizer
Você continua
meu poder, meu prazer, minha dor.
para mim você é como um vício crescente que eu não posso negar, yeah
Você me diz, isso é saudável, baby?
Mas você sabia,
que quando neva,
meus olhos se tornam maiores e, e a luz que você emite pode ser vista?
Baby,
eu comparo você ao beijo de uma rosa na sepultura
Ooh, Quanto mais eu recebo de você
Mais estranha é a sensação, yeah
Agora que sua rosa está desabrochando.
Uma luz atinge a escuridão da sepultura.
Sim, eu comparo você ao beijo de uma rosa na sepultura...
Ooh, Quanto mais eu recebo de você
Mais estranha é a sensação, yeah
E agora que sua rosa está desabrochando
Uma luz atinge a escuridão da sepultura.
Agora que sua rosa está desabrochando.
Uma luz atinge a escuridão da sepultura.
Beijado por uma rosa @)------
GENTEEEEEEEEEEEEE
Essa música me petrifica meu,a letra junto da melodia e ao som da voz dele,suave e ao mesmo tempo faz uma sensação de vida passada...eu por exemplo quando ouvi pela 1ª vez,estava durmindo,mais ouvia mesmo assim e sonhei com um baile de máscaras...detalhe,eu tava na festa,vestida de vinho...Ai escutem...Seal é incrível...Kiss from a rose.
Essa música me petrifica meu,a letra junto da melodia e ao som da voz dele,suave e ao mesmo tempo faz uma sensação de vida passada...eu por exemplo quando ouvi pela 1ª vez,estava durmindo,mais ouvia mesmo assim e sonhei com um baile de máscaras...detalhe,eu tava na festa,vestida de vinho...Ai escutem...Seal é incrível...Kiss from a rose.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Homenagem a Elizabeth "Liz" Taylor
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| "Grandes garotas precisam de grandes diamantes." |
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Puris
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Puri)
Os Puris foram um grupo indígena, atualmente considerado extinto, que habitava no século XIX os estados brasileiros do Espírito Santo, Rio de Janeiro e Sudeste de Minas Gerais. Foram também chamados coroados.
[editar] Histórico
Os índios da tribo puri eram hábeis pescadores e viviam no litoral do Espírito Santo e Rio de Janeiro. Mas devido à chegada dos portugueses, se dispersaram pelo interior do Brasil. Chegaram à Serra do Brigadeiro, mas ameaçados pelos portugueses e pelos índios botocudos, tiveram de se adaptar ao clima frio da serra e às matas fechadas.Em Ponte Nova, mais pacíficos, aproximaram-se dos colonizadores, sendo comum sua presença nas fazendas como agregados. Mesmo no primeiro quartel do século XIX mantinham aldeamentos próximos do povoado. Duas dessas aldeias situavam-se no local do atual Bairro do Pacheco e no alto do Morro do Pau D` alho, onde hoje se ergue o Colégio Dom Helvécio.
Cláudio Moreira Bento, escrevendo sobre as comemorações dos 200 anos de Resende, comenta o massacre dos índios puris pelos primeiros habitantes dos municípios que formaram a cidade. Apoia-se em fontes a que recorreu para escrever o ensaio «Os puris da vale do Paraíba fluminense e paulista», in Migrações do Vale do Paraíba, São José dos Campos: UNIVAP, 1994, que publicou os Anais do XII Simpósio de História do Vale do Paraíba, trabalho republicado pela Academia Itatiaiense de História (ACIDHIS), em Volta Redonda, 1995. Contesta nele as afirmações de Joaquim Norberto de Souza e Silva em sua Memória documentada das aldeias de índios da Província do Rio de Janeiro, no n. 14 da Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil, apresentado na sessão magna do Instituto em 1852.
Diz Joaquim Norberto que «O ousado Sargento–mor Joaquim Xavier Curado, depois general e Conde de Duas Barras, transportando-se aos campos infestados de Puris, formou um corpo (tropa militar) com seus moradores» (de Resende) e completa: «Ainda hoje (1852) se relata à tradição, as maiores atrocidades cometidas em vingança contra os atentados dos índios e acusa a peste das bexigas (varíola) levada ao seio das tabas puris como um meio eficaz de reduzi-los. O horror de tão negras cenas presenciaram os moradores do (rio) Paraíba, cuja torrente caudalosa arrastava quotidianamente os hediondos cadáveres das míseras vítimas.»
Joaquim Norberto se referiu genericamente à tradição, diz Cláudio Moreira Bento, sem apontar caso concreto a ser investigado em outras possíveis fontes. E tradição não se constitui fonte histórica, ainda mais quando fontes primárias , como o Relatório de passagem do governo do vice-rei D. Luís de Vasconcelos ao Conde de Resende, que menciona a pacificação de Resende pelo Capitão Curado, não autoriza a sua grave insinuação. O Relatório do vice-rei diz apenas que o capitão curado, que chama de valente oficial, « conseguiu afugentar os rebeldes fora do sertão (do Campo Alegre) circunvizinho, por ter recorrido aos meios só capazes de os aterrar.»
Alfredo Pretextado Maciel da Silva, em Generais do Exército Brasileiro, Rio de Janeiro, Imprensa Militar 1905 assim interpretou a missão do Capitão Curado: « No governo do vice-rei D. Luís de Vasconcelos e Sousa (1779-1790), partiu do Rio de Janeiro para por-se a testa dos moradores do sertão da Paraíba Nova, (...) com o fim de reprimir com o maior rigor, antes que fizessem mais prejudiciais, as irrupções que faziam nos referidos sertões (sertão do Campo Alegre) uma horda de índios bravios, assolando fazendas que saqueavam, atacando e matando a todos que infelizmente lhes caiam em mãos.». E adiante: «De modo que a maior parte dos fazendeiros que tinham seus estabelecimentos ao norte do rio (Paraíba), os abandonaram, por não serem suas forças capazes de se lhes fazer frente, o que permitia a esses índios passarem para o lado oposto do Paraíba, onde continuaram as suas hostilidades e depredações. Conseguiu o dito Xavier Curado salvar os fazendeiros e moradores sem nenhuma opressão e, restabeleceu a tranquilidade de que estavam privados, com toda a prudência e moderação, empregando um corpo de tropas que formou de diversos moradores para as diligências que se fizessem necessárias, para rechaçar os que se tornaram indomáveis, o que o fez respeitado em diversas ocasiões e lugares em que se praticaram aquelas irrupções.
Assim, os puris teriam sido afugentados para fora do sertão circunvizinho (sertão do Campo Alegre, hoje Resende, Itatiaia, Porto Real, Quatis, Barra Mansa, Volta Redonda) donde não mais apareceram e congregou os dispersos que não duvidaram a formar uma nova aldeia no local que habitavam – o Minhocal, onde por longos anos se conservaram sob a ação inteligente do padre Henrique José de Carvalho (pároco de Resende por 22 anos de 1767 a 1789).
Em relatório do padre Francisco Chagas Lima, em 1801, fundador de Queluz, a mais fiel fonte sobre os puris do Campo Alegre, reproduzida pelo historiador Paulo Pereira Reis em Os Puris de Paicarée se diz: «Não se conhecia fato algum de um puri que haja matado um branco. Quando os brancos embrenhavam-se na mata para colher a planta medicinal poaia, ao encontrarem os puris estes se punham a correr, arriscando-se furtivamente a apanharem para seus usos as ferramentas dos brancos. O próprio nome puri significava na língua deles gente mansa ou tímida.»
A organização de uma força em Resende para afugentar índios bravios se deve certamente a incursões de índios botocudos vindos de Minas Gerais e que agrediam brancos e os próprios puris. O governador de São Paulo Diogo de Vasconcelos, em carta de 13 de outubro de 1775 descreveu os puris como «índios tímidos, medrosos e covardes, não havendo o que temer deles.
É,como descubro mais sobre mim a cada dia,sou de origem da tribo Puri ou Coroados.
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